A Câmara de Coimbra admite rescindir o contrato de concessão do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova devido à falta de avanços no projeto hoteleiro. Dois anos após a assinatura do contrato com a empresa Soft Time, no âmbito do programa Revive, a autarquia confirma que ainda não foram entregues os projetos de arquitetura para a criação da unidade hoteleira de 5 estrelas.
A presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, defende que, em caso de novo concurso, o projeto deve ser revisto para permitir uma maior área de construção, tornando o investimento mais sustentável e assegurando um espaço adequado para a permanência da Bienal de Arte Contemporânea Anozero no monumento.
Segundo a autarca, o recuo dos investidores pode estar ligado à impossibilidade de utilizar fundos comunitários nestas obras, uma restrição imposta pela Comissão Europeia. A mesma empresa detém a concessão do Mosteiro do Lorvão, em Penacova, onde as obras também continuam paradas.







