O município da Marinha Grande está a desenvolver um projeto piloto de capacitação destinado à comunidade cigana, que visa promover uma integração responsável e digna.
O projeto acompanha 7 agregados familiares, constituídos por 32 pessoas, das quais 17 são crianças. A intervenção abrange áreas como educação, saúde, ação social, emprego e cidadania, tendo como objetivo a capacitação de crianças, jovens e adultos.
Depois de ficarem desalojadas na sequência da tempestade Kristin, as famílias foram acolhidas provisoriamente em 16 contentores habitacionais, instalados num terreno municipal na Garcia, sendo oito unidades disponibilizadas pelo município e as restantes pela Cruz Vermelha Portuguesa.
De acordo com um comunicado da autarquia, no decurso de uma reunião com as entidades responsáveis, o autarca manifestou orgulho no trabalho da Divisão da Ação Social (DAS) e destacou que o trabalho baseia-se em promover a responsabilização desta comunidade: “Têm de ter consciência de que têm de cumprir regras. Isto tem custos sociais, mas também nos educa enquanto sociedade”. O presidente realçou ainda que “Estamos a dar uma oportunidade para que estas famílias socializem e se integrem, através do envolvimento de diversas entidades”.
A chefe de DAS, Ana Laura Baridó, referiu que o município apresentou uma candidatura à AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo, com vista à elaboração e implementação do Plano Local para Integração da Comunidade Cigana, com execução prevista até 2029.







